Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2006

Indecências

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Quantas esteiras de luz se acendem quando me tocas?

Milhares de estrelas espetam meus dedos rios se perdem deixando em abandono os seus leitos.

E um atropelo de veias sangue correndo veloz sem saída.

Tantas farpas me cortam a pele tantos frios eriçam meus pelos quando me tocas...

Eu ardo febril

- tantas chamas - e tremo de medo

- quantos gelos - quando me tocas...

Tantas catástrofes tumultos revoltas provocas em mim.

Alteram-se os sais queimam-se calorias e quantas loucuras submetes minha química quantas queimaduras me causa a tua pele.

A quantos perigos me exponho quando me tocas...

(Miriam Portela)

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publicado pela Diabinha às 15:37

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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2006

AGORA

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Eu te quero agora

Sem roupas,

Sem censura!

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Como as experiências que carrego no meu corpo

No tempo que tenho

No momento agora.

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Eu te quero sem amarras do passado

Com a felicidade de toda vida

Neste instante.

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Com os sentimentos vividos, presentes no recomeço.

No minuto que termina

Na jornada que prossegue.

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Te quero assim, livre,

Sem culpas e receios.

Sem lembranças de dores passadas.

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Sem noção das diferenças

Consciente apenas do agora, neste momento em que te abraço.

E que você, me ama sem demora.

(Iara Brandão)  

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publicado pela Diabinha às 15:23

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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2006

Desvenda -me...

mulher fatal cabelo vermelho.jpg

Tenta!
Sou misteriosa e surpreendente, como a lua, ou não fosse eu a Diabinha.
Ás vezes sou minha, outras vezes sou tua.
O que vês é superficial, é um nada…
Perto da essência profunda da minha alma.
Vê-me de relance, podes achar que estou ao teu alcance.
Que sou mais uma para que tu possas desvendar…

Para que tu possas seduzir e depois te cansares de mim... Pois, mas eu não sou assim como parece que eu sou. Sou comum, sou normal.
Mas também sou Diabinha e fatal… Mas quando eu quero (ser amiga) não é sempre, nem todo momento.
É para quem eu quero.
Ás vezes fico por baixo, mas adoro ficar por cima.
Sou mulher, sou igual.
Sei do bem, sei do mal, sou meiga, sou mortal.
Que mente perversa é essa?
Não, não leves para a maldade, falo da minha rebeldia, da minha teimosia, que quem me conhece sabe tão bem que não gosto que me contradigam naquilo que digo, teimosa por natureza, mas meiga, carinhosa como todos os mortais…

publicado pela Diabinha às 20:14

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